segunda-feira, 11 de julho de 2011

Conheça nossa Paulista

Município         Legislação Área 
(km²)[1]
População
(2010)[2] 
IDH
(2000)[6]
PIB
   (2008, mil R$)[4]
         PIB per capita
    (2008) R$




Paulista            LCF 14/73    93,518    300.611         0,799
médio
     1.612.924,233              5.131,77      

História

No ano de 1535 Paulista era uma vila com duas freguesias, Paratibe e Maranguape, e formava parte do município de Olinda. Suas principais fontes de renda eram a indústria, a pesca e a agricultura, em especial a cana-de-açúcar.
Em meados do século XVI as terras de Paratibe e Maranguape foram doadas por Duarte Coelho a Jerônimo de Albuquerque pelos serviços prestados a colônia.
Anos mais tarde, Jerônimo de Albuquerque cedeu as terras de Paratibe a Gonçalo Mendes Leitão, no momento de contrair matrimônio com sua filha. Posteriormante com a morte de Mendes Leitão, seus herdeiros venderam as propriedades, dividindo-se a partir deste momento em Paratibe de Cima e Paratibe de Baixo.
No ano 1656 a frequesia de Maranguape foi adquirida por João Fernandes Vieira e ao final deste século, no ano 1689, as duas frequesias, Paratibe e Maranguape, foram vendidas ao bandeirante paulista, Manoel Alvares de Morais Navarro, conhecido como "Paulista", dando origem ao atual nome da cidade.
Os séculos posteriores caracterizaram-se pelo crescimento tanto político como econômico para a cidade. Paulista foi o segundo distrito de Olinda até o ano de 1935, o qual se converteu em município independente e atualmente está formado pelos distritos de Paratibe, Arthur Lundgren, Jardim Paulista, Conceição, Janga, Pau Amarelo, Nobre, Maranguape, Maria Farinha e Mirueira.

 Geografia

Relevo

Relevo constituído por tabuleiros, cuja altitude varia de 40 a 50 metros, próximo à planície costeira e até mais de 160 metros, na porção oeste, estendendo-se para o leste.

 Clima

Mínima 18 °C Média 24,52 °C Máxima 31 °C

Meio Ambiente

As matas localizam-se no interior da área urbana ou nas proximidades desta, que são: Mata do Janga, Jaguarana e Caetés. Estas matas são reservas ecológicas criadas pela Lei n˚ 9.989, de 13 de janeiro de 1987. Dessas três reservas, apenas a de Caetés foi implantada, em 1991 e sofreu mudança de categoria, transformando-se em Estação Ecológica pela Lei Estadual n˚ 11.622/98, buscando, principalmente, contribuir para a proteção dos recursos hídricos, realizar atividades de Educação Ambiental e investigação científica, além de proporcionar lazer à população local.
A Mata de Jaguarana localiza-se às margens da PE15, próximo ao núcleo urbano central do Paulista, possui uma área de 332,28 hectares, correspondendo a 3,41% da área do Município e encontra-se distribuída em três propriedades privadas.
A Mata de Caetés localiza-se na margem esquerda do Rio Paratibe, possui 150 hectares, correspondendo a 1,54% da área do Município. Toda a sua extensão pertence à propriedade pública, segundo dados da FIDEM*. O Município possui ainda outras matas, situadas nos seguintes bairros: Parque do Janga, Jaguarana, Mirueira e Paratibe.
Na faixa litorânea, nos terrenos submetidos à influência constante das marés, desenvolve-se a vegetação de mangue. Esse ecossistema desempenha uma importante função como filtro biológico e químico das águas contaminadas por resíduos industriais e Domésticos, além de servir como viveiro natural. Ainda na Planície Costeira, a ocupação urbana tomou o lugar da vegetação de praia, ali representada por espécies herbáceas.

 Economia

No município de Paulista predominam atividades ligadas ao setor de serviços, comércio e indústria. O turismo também é responsável por atrair empreendimentos para o município, com a implantação de hotéis, restaurantes, pontos comerciais e marinas.
Em Paulista está localizado também o parque industrial de Paratibe, que abriga empresas de diversos setores, dinamizando a economia da região e gerando emprego para a população.
O município faz parte da Região Metropolitana do Recife, que polariza fluxos econômicos, com predominância do setor de serviços e funciona como centro distribuidor de mercadorias. Além de concentrar maior número de indústrias de transformação do Estado, outro pilar da economia metropolitana é a agroindústria voltada para o álcool e o açúcar. Destaca-se também o cultivo de frutas e hortaliças, como banana, coco, inhame, mandioca, entre outros.

 Subdivisão Administrativa

  • Administração Regional 1 - Centro, Bairro do Nobre, Vila Torres Galvão, Cidade Tabajara e Jardim Velho;
  • Administração Regional 2 - Arthur Lundgren I, Arthur Lundgren II, Mirueira e Paratibe;
  • Administração Regional 3 - Maranguape I, Maranguape II, Jardim Maranguape, Fragoso, Engenho Maranguape e Jaguarana;
  • Administração Regional 4 - Janga, Pau Amarelo, Nossa Senhora do Ó, Nossa Senhora da Conceição, Maria Farinha, Enseadinha, Parque do Janga e Poty;

 Shoppings

  • Multi Shopping Norte - O maior e mais importante Shopping de Paulista, localizado no bairro do Janga.
  • Shopping Paulista
  • Shopping Janga

 Esporte

O grande nome da cidade é o Íbis Sport Club, que apesar da fama de "Pior Time do Mundo" por ter ficado quase quatro anos sem vencer uma única partida de futebol na década de 1970, já disputou partidas contra os grandes do Recife (Santa Cruz, Sport e Náutico), aplicando inclusive goleadas.
Alguns problemas financeiros e jurídicos quase levaram o clube a encerrar suas atividades profissionais em meados do ano 2000, mas o Pássaro Preto (como é conhecido) deu a volta por cima e através do Projeto Século XXI está passando por grandes mudanças, escolhendo novos escudo e uniforme e projetando estar na Série B no Campeonato Brasileiro até a Copa do Mundo do Brasil, em 2014.

 Infra-estrutura

 Educação

Instituições privadas de ensino superior
  • FADE (Faculdade Decisão)
  • FJN (Faculdade Joaquim Nabuco)
Escolas Técnicas
  • Escola Técnica Senai de Paulista
  • SENAC de Paulista

Transportes

O transporte público na cidade do Paulista é feito, em grande parte, por linhas de ônibus. Pelos bairros litorâneos é possível ir ao centro do Recife ou ao bairro do Derby, também na capital, pagando uma cara passagem no valor de R$ 3,10 e mais R$ 2,00 ou R$ 3,10 novamente, destes pontos para outros locais da região metropolitana. Pois apesar de muito populosa a área litorânea é considerada abandonada pelos próprios moradores. Através do Terminal Integrado Pelópidas Silveira, na Avenida Marechal Floriano Peixoto, após a Unidade Mista Torres Galvão, é possível ir a qualquer lugar pagando passagem no valor de R$ 3,10 sentido (Subúrbio/Cidade) e R$ 2,00 sentido (Cidade/Subúrbio). Na cidade também existe o transporte complementar que é feito através de microônibus sentido praia/centro e centro/praia cortando os principais bairro da cidade no valor de R$ 1,75. Além dos microônibus, em Paulista o meio de transporte de alguns bairros são as kombis e vans, que deixarão de circular na cidade a partir do dia 1 de Janeiro de 2010.

 Rodovias

  • PE-001
  • PE-015
  • PE-018
  • PE-022
  • BR-101 (Norte)

Turismo

Paulista possui uma faixa litorânea com 14 km de extensão, onde se encontra um mar de águas mornas e azuis, uma vasta área de coqueirais e casarios rústicos, colônias de pescadores, hotéis, bares e restaurantes, ao longo das praias de: Enseadinha, Janga, Pau Amarelo, Praia do Ó, Conceição e Maria Farinha.
Na praia de Maria Farinha existe de um lado o mar e de outro o rio Timbó, que possui uma faixa, oferecendo aos visitantes vários tipos de lazer náutico, além de agregar o maior parque náutico do país e belezas geográficas naturais. Favorecer passeios de barco ou de catamarã de onde se apreciam as belezas dos mangues e Porto Arthur.
Por ter uma freqüência eclética, Maria Farinha fica dividida em duas partes: a parte do rio, freqüentada por grandes lanchas que fazem passeios até as Prainhas de Arrecifes e a faixa da praia onde se instalam os domingueiros típicos que desembarcam na areia em busca de sol e badalação.

Praias

  • Praia do Janga
  • Praia da Enseadinha
  • Praia do Ó
  • Praia da Conceição
  • Praia de Pau Amarelo
  • Praia de Maria Farinha

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